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TV CONECTADA: “CONTINUANDO A TRANSFORMAR O CONSUMO DE CONTEÚDO”

dedo

O consumo de TV conectada (CTV) na América Latina tem experimentado um crescimento constante e atualmente está
Possui mais de 150 milhões de telespectadores, o que equivale a 41% da população digital da América Latina. Isto não só indica um setor em pleno desenvolvimento, mas também indica que o seu progresso irá acelerar nos próximos anos graças às novas oportunidades que o mercado oferece. Da mesma forma, estima-se que a CTV no final deste ano irá agregar quase 26 mil milhões de dólares em receitas ao mercado mexicano, 13% a mais que no ano anterior, segundo dados do Statista.

VANTAGENS EM NÚMERO DE PÚBLICOS

8 em cada 10 utilizadores acreditam que os anúncios CTV não interrompem a sua experiência (no caso da TV paga e da TV aberta acontece que 7 em cada 10 utilizadores sentem que os anúncios interrompem a sua experiência) Maior eficiência de custos em
em comparação com os preços da TV e maior impacto do que outras mídias Impacto na Geração Z (maior
impulsionador da adoção de CTV), que representa 40% da audiência global de CTV. E isso fica demonstrado na capacidade publicitária em CTV, que se destaca da TV Linear:

Publicidade Direcionada Possível segmentação do público e adição de anúncios interativos (40% do público já espera que os anúncios sejam relevantes para si e para os seus interesses, aumentando a capacidade de ação). Incorporação da tecnologia Dynamic Content Optimization com inteligência artificial. Permite atingir novos públicos e um estudo exaustivo de medição após a campanha.

DISPOSITIVO DE PREFERÊNCIA DE SMART TV

Dado que 97% dos lares que consomem CTV possuem pelo menos uma Smart TV, este acaba por ser o dispositivo preferido para ver conteúdos. 96% dos entrevistados afirmaram ter assistido a um vídeo em uma Smart TV no último mês; enquanto 22% o fizeram através de outros dispositivos de streaming e 18%, em um console de videogame. Além disso, a maioria dos usuários assistiu a vídeos digitais em smartphones, computadores ou tablets. Isso reafirma a tendência crescente de consumo multitelas.

O IMPACTO DA PUBLICIDADE NA CTV É IRRESISTÍVEL

Sabendo que 3 em cada 10 pessoas que consomem publicidade nesta plataforma descobrem novos produtos e acabam
pesquisando on-line, enquanto 15% fazem compras com base no que veem anunciado.

DOS AUDITORES DE MÍDIA

Acompanhamos todas as movimentações do mercado para fornecer aos nossos clientes informações atualizadas que contribuam para suas estratégias de mídia, como modelos de negociação, formatos e fornecedores mais utilizados. O segundo trimestre do ano registou um aumento significativo face aos primeiros três meses (mais de 400%), com vários anunciantes a testar e a apostar neste novo modelo. E a sua marca, já está presente?

Fontes: Statista, Sunmedia, Comscore, Pool Media Auditors

contenido streaming

” AI, Streaming, and New Networks Dominate the Digital Conversation”

NETFLIX QUER QUE ASSISTAMOS ANÚNCIOS

Já se falava quase desde o início e finalmente chegou: a Netflix passou a restringir a prática comum de compartilhamento de contas. Um movimento arriscado, mas necessário, que outros gigantes do streaming seguirão gradualmente. Para mitigar a perda prevista, vários planos já haviam sido elaborados, alguns dos quais incluíam a tão especulada publicidade. Naqueles primeiros meses, falava-se muito em declínio e até em crise no setor. No entanto, os dados do segundo trimestre deixam bastante espaço para otimismo.

US$ 8,19 milhões em lucros, um crescimento anual de 2,7% e, notavelmente, 5,89 milhões de novos usuários. No entanto, muitos deles podem agora ficar surpreendidos ao descobrir que o seu plano subscrito acaba de ser descontinuado: o plano básico sem anúncios está a ser eliminado.

Um desenvolvimento recente no setor tem estado diretamente relacionado com os conteúdos e a sua rentabilidade: estamos a falar da transferência de licenças entre plataformas. Através de um acordo surpreendente, grandes produções da HBO também estarão disponíveis na Netflix. Até ao momento foram anunciados apenas alguns títulos, todos correspondentes a séries um pouco mais antigas, mas isso abre caminho a novas formas de rentabilizar as produções através da expansão da sua distribuição.

META, O PIONEIRO QUE CAIU PARA TRÁS

Quando, em 2010, a dupla Fincher-Sorkin lançou o filme vencedor do Oscar sobre a criação do Facebook, intitularam-no “A Rede Social”, no singular.

O Facebook era tão dominante naquela época que o título era perfeito. Nesse mesmo ano nasceu o Instagram que, junto com o WhatsApp (2009), foi posteriormente adquirido pela já gigante Meta. Em apenas 13 anos, a situação é radicalmente diferente. Mas o tema atual não é o tortuoso processo de aquisição de Elon Musk, ou os altos e baixos com pagamentos, etc…

A NOVA REDE DE QUE TODOS ESTÃO FALANDO

É um gêmeo do Twitter vindo mais uma vez dos escritórios da Meta: estamos falando de Threads, o fenômeno
que conseguiu adquirir mais de 100 milhões de usuários em apenas 5 dias, superando o recorde de dois meses do ChatGPT… E isso apesar do lançamento muito escalonado. Threads recolhe tanta informação que não cumpre a legislação europeia. A lista é enorme (saúde, contas, fotos, histórico, dados de uso, diagnósticos, contatos, localização, compras…)

OS DADOS DO USUÁRIO SÃO O VERDADEIRO TESOURO

Threads é um novo aplicativo, desenvolvido pela equipe do Instagram, para compartilhar atualizações de texto e participar de conversas públicas. Mas não é apenas construído por essa equipe, muito do seu sucesso se deve ao fato de estar (de forma muito inteligente) totalmente conectado ao Instagram. Assim, conta com seus 1,3 bilhão de usuários. Para referência, o Twitter encerrou 2022 com 368 milhões. Está aproveitando a turbulência do Twitter?

“O crescimento inicial dos Threads está estagnado, mas o mais importante é que dezenas de milhões de pessoas retornam a esta rede social todos os dias. E esses números são muito superiores ao que esperávamos inicialmente”, afirma o acionista majoritário da Meta. Ainda há muito a ser esclarecido sobre este tema, mas poderíamos estar diante de uma réplica superacelerada do Google+, onde outro gigante da internet aproveitou seu poder para atingir 90 milhões de usuários em um ano… antes de cair na obscuridade e desaparecer. Vinculá-lo ao Instagram (como ao Gmail, nesse caso) foi a aposta segura para a decolagem, mas veremos se há incentivos para manter (ou já recuperar) o ímpeto.